Mostrando postagens com marcador tiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tiro. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de novembro de 2015

Sony revela que PlayStation 4 poderá rodar jogos de PS2 em breve



Na última quinta (19), o site Digital Foundry descobriu que a Sony lançou, discretamente, uma forma de rodar jogos de PlayStation 2 para o PS4, via emulação.

A descoberta foi feita após uma análise de performance de quatro antigos jogos de "Star Wars" como parte de um pacote temático para o lançamento de "Star Wars: Battlefront", sendo que três dos games - "Jedi Starfighter", "Bounty Hunter" e "Racer's Revenge" - foram lançados no PS2, e rodavam por meio de um emulador semelhante ao dos modelos originais do PS3.

Após a notícia ganhar força, um representante da Sony confirmou à revista Wired de que a empresa está de fato trabalhando em um emulador de jogos de PS2 para sua mais nova plataforma.

"Estamos trabalhando em utilizar a tecnologia de emulação do PS2 para trazer seus jogos à geração atual", escreveu o representante. "Não temos mais comentários a respeito no momento".

Não há indicação de como o emulador funcionará exatamente, e se jogos comprados na PSN do PlayStation 3 pelo selo "PS2 Classic" poderão ser jogados pela nova plataforma.

De acordo com o Digital Foundry, os jogos de "Star Wars" emulados tiveram sua resolução aumentada para 1292x896, em relação a 512x448 ou 640x448, comuns aos títulos originais do PS2. Texturas 2D sofrem com "upscaling", afetando sua qualidade, mas a arte 3D acaba ficando significativamente melhor em alta resolução.

Rumores de que a Sony trabalhava em uma forma de emular jogos de PS2 (ou mesmo de PSOne) para o PlayStation 4 começaram a surgir em janeiro de 2014, e ganharam força em setembro deste ano com uma listagem pelo órgão de classificação europeu PEGI, mas a empresa não indicava abertamente interesse em desenvolver este sistema, se focando mais no PS Now, sistema de aluguel por streaming de games.

Lançado em 2000, o PlayStation 2 é o console de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 155 milhões de unidades vendidas. A plataforma foi tão popular que só deixou de ser fabricada pela Sony em 2013, pouco antes de revelar oficialmente o PS4.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Free Weekend" da Steam com 10 jogos gratuitos começa hoje, às 15h

Valve anunciou dez jogos que estarão disponíveis de graça na Steam durante o fim de semana. A promoção começa hoje às 15h e títulos como Payday 2, XCOM e Injustice fazem parte da lista. Qualquer pessoa com uma conta na Steam pode baixar os games e aproveitar durante todo o fim de semana e, além disso, os jogos também terão descontos para compra permanente.
Os 10 games gratuitos são:

domingo, 12 de outubro de 2014

BGS 2014: Samsung apresenta monitores voltados ao público gamer

Estamos acostumados a ver empresas como BenQ ePhilips apostando alto no público gamer. Mas e a Samsung? Ao que tudo indica, a gigante sul-coreana também está disposta a apostar suas fichas nos consumidores que levam a jogatina a sério.
A empresa está usando a Brasil Game Show 2014 (BGS) para exibir três novos monitores voltados aos jogadores profissionais: o SD850STG (disponível em versões de 27 e 32 polegadas), o S27D590C (que possui tela curva) e o belíssimo UD590 (que possui resolução 4K, também conhecida como Ultra HD).
Nossa equipe teve a oportunidade de conversar com João Yazaki, gerente da divisão de monitores da Samsung Brasil. Através da entrevista reproduzida no início deste texto, você pode conhecer mais sobre esses três modelos através de explicações do próprio executivo, além de saber mais sobre os planos da marca para o futuro e descobrir a disponibilidade de cada um dos aparelhos citados.

BGS 2014: entrevistamos Dennis Ferreira, diretor da Rixty no Brasil

Quem gosta de jogar online e investe dinheiro em seus títulos prediletos – adquirindo itens e equipamentos especiais para seu personagem – certamente conhece a Rixty, uma das maiores plataformas de pagamentos online para games do mundo.
Com mais de mil obras em seu catálogo de títulos compatíveis e uma série de programas que atraem o público gamer (como o Clube de Beta Testers, revelado no ano passado), a empresa marca presença durante a Brasil Game Show 2014 e agita os visitantes da feira com emocionantes partidas de Cross Fire. O estande da marca também serviu para que os interessados pudessem se registrar para o torneio “Eu sou a lenda”, que distribuirá um total de R$ 15 mil em premiações.
O principal diferencial do campeonato é seu formato diferenciado: os participantes competem de forma individual, e não em equipes, como é o normal nesse tipo de evento. Em entrevista ao Tec/BJ, Dennis Ferreira, diretor da Rixty para o Brasil, afirmou que a ideia da empresa era “democratizar” o eSport brasileiro, permitindo que qualquer pessoa tenha a chance de entrar na batalha. “Pensamos em fazer algo que permita com que mais pessoas pudessem jogar sem ser profissionais, sem a necessidade de um clã”, explica. “Você faz um cadastro gratuito e pode competir contra campeões do Brasil inteiro sem precisar estar em São Paulo ou no Rio”.

Estratégia e expansão

Ao ser questionado sobre as futuras ações da marca para o público nacional, Dennis ressalta que os jogadores brasileiros estão entre os públicos mais importantes da Rixty e, consequentemente, devem receber alto investimento ao longo dos próximos meses. “Abrimos nossas ações na NASDAQ na quinta-feira, dia 9, e na ocasião o nosso CEO global falou que o Brasil e os Estados Unidos são as prioridades para a companhia”, comenta o executivo.
Uma das mais recentes ações da Rixty para ampliar sua popularidade em nosso país foi uma parceria com a empresa russa QIWI para permitir que os consumidores adquiriram créditos através de terminais de autoatendimento (devidamente espalhados em shoppings, estações de metrô, loterias, faculdades e outros locais estratégicos). Dennis ressalta que a Rixty já está presente em 65 mil localidades ao redor do Brasil, incluindo redes varejistas como Extra, Saraiva e Americanas.
“Acreditamos que não apenas os quiosques, mas todos os tipos de pagamentos que disponibilizamos são necessárias, porque as pessoas não conseguem comprar créditos para jogos só com cartão de crédito. Ou porque não têm, ou porque o pai não deixa, ou porque tem medo de fraudes”, ressalta o executivo. “Desde o início da Rixty, focamos sempre em pagamentos em dinheiro. Oferecemos várias formas de pagamento online, mas o nosso forte são os pontos de venda”, finaliza.

fonte: TecMundo
IMAGENS

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Análise: Alien: Isolation

"Isolation" é um jogo de "Alien" muito melhor do que "Colonial Marines". Também é um grande passo na direção certa para a franquia, que nos últimos anos viveu seus melhores momentos nos confrontos de "Alien vs. Predator".


Embora seja em primeira pessoa, não é um game de tiro tradicional. Você vai passar muito mais tempo se escondendo pelos cantos e resolvendo 'puzzles' (leia-se "abrindo portas, ligando e desligando interruptores e ativando elevadores") do que trocando tiros.

"Alien: Isolation" é um bom jogo de suspense, com uma ambientação bem construída e que homenageia o clássico do cinema. Infelizmente, o game se estende mais do que deveria, o que diminui o impacto do jogo de gato e rato entre a jovem Ripley e o alienígena nos corredores da estação Sevastopol.




INTRODUÇÃO




Produção da Creative Assembly (de "Total War"), "Alien: Isolation" é o melhor jogo da franquia da Sega em muito tempo. Muito disso se deve ao jogo se inspirar no filme original, "Alien: O Oitavo Passageiro" de Ridley Scott, e não nos "Aliens" de James Cameron, mais apropriados para games de ação.

Em "Isolation", você joga como Amanda Ripley, filha da personagem de Sigourney Weaver no clássico de 1979, que embarca em uma missão em busca de notícias sobre sua mãe, desaparecida desde o incidente da nave Nostromo. Amanda vai com um grupo pequeno até a estação semi-abandonada Sevastopol e lá, como é de se esperar, tudo dá errado.

Munida de poucos equipamentos (e quase nenhum armamento), Ripley explora a estação em busca dos companheiros e precisa lidar com outros sobreviventes, androides assustadores e, claro, com um enorme alien que se esgueira pelos cantos em busca de alimento. O objetivo do game é simples: sair da Sevastopol com vida.



PONTOS POSITIVOS

Clima de suspense


Em "Alien: Isolation" a Creative Assembly conseguiu construir alguns dos momentos de suspense mais intensos já vistos em um jogo. Ao colocar Amanda Ripley como uma personagem indefesa lidando com um alienígena super-poderoso em um ambiente desconhecido e hostil, a produtora soube transformar a antecipação dos encontros com o monstro o ponto alto do jogo.

Darei um exemplo: logo no primeiro encontro com a criatura, Amanda assiste um aliado ser devorado em uma cena não interativa. Em seguida, você está no comando e o que faz é fugir. A vontade de olhar para trás e ver se o monstro está na sua cola é tão forte quanto o desejo de seguir correndo até o terminal onde deveria estar a salvação: um veículo de transporte para outra área da Sevastopol. Esperar pelo veículo, ouvindo a barulheira das máquinas e a trilha sonora crescendo, enquanto espia na direção da porta (onde sombras e fumaça pregam peças na mente do jogador) é uma sensação de medo e antecipação incrível.

O mesmo vale quando você precisa, manualmente, ativar os "checkpoints" em cabines telefônicas. O processo é manual e levemente demorado - nada impossível, apenas o bastante para deixar o jogador de cabelo em pé ao tentar 'salvar' o jogo quando inimigos estão se aproximando.

Animações de movimento, como a corrida brusca para se esconder em um armário ou a ação sutil de se encolher sob uma mesa, contribuem para passar a impressão de fragilidade da protagonista. Também é válido notar que, ao menos no Xbox One (versão que foi usada para a análise), quando Ripley está abaixada atrás de uma cobertura e você, o jogador, move a cabeça de forma instintiva para tentar enxergar por cima ou pela lateral, a personagem acompanha esse movimento através do Kinect.

"Isolation" é cheio de momentos e detalhes assim. Também é cheio de momentos em que você vai falhar e Amanda será morta de forma brutal e sangrenta. Porém, o jogo se estende demais em sequências que não parecem nada necessárias, o que acaba diluindo essa experiência que, em uma história mais curta, seria memorável.
Ambientação bem construída

Desde a abertura com cara de fita VHS, "Alien: Isolation" segue de perto a ambientação do filme "O Oitavo Passageiro", de 1979. A tecnologia das naves e da Sevastopol parece meio futurista e ao mesmo tempo antiquada para os padrões modernos. Os monitores monocromáticos dos computadores, botões luminosos das máquinas e até mesmo as revistas espalhadas pelo chão quando Ripley acorda durante a viagem até a estação parecem deslocados para os dias de hoje - e são parte do charme do game.

Assim como os personagens de Ridley Scott, Ripley é uma heroína da classe operária, sem passado militar ou outros clichês dos games. Seus colegas não são muito melhores: burocratas e advogados (!) que se metem em uma enrascada para a qual não estão nada preparados.

Além de passar a sensação de fragilidade dos personagens, isso também permite mostrar o lado podre das grandes corporações que comandam o universo de "Alien" - a Sevastopol era uma fábrica de androides baratos e uma colônia humana no espaço. Quando o mercado para os "Joe Trabalhadores" quebrou, a estação foi abandonada e os habitantes que não tinham como bancar o retorno para a Terra, foram deixados para trás no imenso "navio fantasma" a deriva no espaço.

Os próprios comentários de Ripley são cheios de críticas aos métodos da corporação e outros problemas sociais típicos de cenários "cyberpunk", principalmente depois que os androides Joe Trabalhadores entram em cena. Esses robôs humanóides azuis e cordiais são dominadores, violentos e, em termos de jogo, rendem algumas das situações mais desafiadoras da aventura.
O Alien

A maioria dos personagens de "Isolation" não é um grande exemplo de modelagem gráfica. Com exceção de Amanda Ripley, os humanos são simplórios e mal animados. Seus companheiros sofrem com problemas de sincronia labial, seja com o áudio em português quanto com as vozes originais em inglês.

Mas a coisa muda de figura quando o alienígena entra em cena: a Creative Assembly dedicou um bom tempo da produção para desenvolver a criatura, com sua forma assustadora, casca lustrosa, sons assustadores e mandíbulas vorazes. Mesmo a silhueta do monstro é assustadora e muitas vezes você só verá relances do alien durante as caçadas da criatura pelos níveis da Sevastopol.

Como durante o jogo você vai ficar cara a cara com o alien várias vezes (nos momentos em que a criatura te pegar e matar, para ser bem exato), não vão faltar oportunidades para apreciar o belo trabalho da Creative Assembly.

PONTOS NEGATIVOS
Campanha arrastada

A história de "Alien: Isolation" é simples e serve mais como um pano de fundo para a situação: jovem presa em estação espacial semi-abandonada precisa explorar o lugar para conseguir sair de lá com vida. Mesmo a exploração tem uma quantidade limitada de surpresas e quase o tempo todo envolve tarefas burocráticas (ligar e desligar interruptores, abrir portas, reativar energia, conseguir um equipamento específico para reativar um elevador, abrir uma porta...) que fazem Ripley ir e voltar pelas áreas da Sevastopol.

O monstro não aparece em todas as áreas e estágios do jogo, o que deixa alguns trechos simplesmente entediantes depois de um tempo. A estação é vazia e claustrofóbica em muitas partes, mas isso faz parte da ambientação. O problema é quando você passa por grandes áreas abertas e bem iluminadas que servem apenas para caminhar, sem nenhum segredo, obstáculo ou inimigo para lidar.

"Alien: Isolation" seria um ótimo jogo se oferecesse uma experiência mais contida, com talvez umas 4 ou 5 horas de duração, ao invés das quase 15 horas pela qual o game se arrasta. Prova disso são áreas em que você precisa percorrer uma longa e labiríntica série de corredores, túneis de ventilação e salas vazias para ativar um objeto e em seguida, simplesmente voltar todo o caminho. Não existe satisfação ao cumprir esses pequenos objetivos, o que só deixa a experiência mais cansativa.


Dublagem fraca

"Isolation" oferece dublagem, legendas e menus em português. Sem dúvida, isso vai ajudar muita gente a entender melhor a história e captar as nuances dos diálogos e dos comentários de Ripley. Porém, com exceção da protagonista, os demais personagens não são muito bem interpretados. As vozes lembram as primeiras dublagens da geração PS3-Xbox 360, com aquela pegada meio "Sessão da Tarde" (ou, no caso de "Alien", o bom e velho "Supercine") que tira um pouco da seriedade da situação em cada conversa.

Claro, você sempre pode mudar o áudio para inglês (geralmente é preciso mudar o idioma do console), mas após ver tantos jogos recentes com dublagens caprichadas, "Isolation" é um pequeno passo para trás nesse quesito.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

inFamous Second Son

inFamous Second Son - PS4™ Jogos
























Lançamento: 03.21.2014


    Gênero: Ação
Publisher: SCEA     Desenvolvimento: Sucker               Punch





Aproveite seus poderes super-humanos em uma Seattle única. As escolhas que você faz, ao longo do seu caminho, impactam diretamente em tudo ao seu redor.



Detalhes do Jogo



inFAMOUS Second Son, uma exclusividade do PlayStation 4, traz a você um jogo de ação e aventura em que, cercados por uma sociedade que os teme, os super-humanos são cruelmente perseguidos e presos pelo Departamento de Proteção Unificada. Entre com Delsin Rowe em uma Seatle bloqueada pelo governo, que descobriu recentemente seus poderes sobre-humanos e agora é capaz de lutar contra o opressivo DUP. Desfrute do seu poder a medida que você escolhe como você vai utilizar suas habilidades ao máximo e presenciar as consequências de seus atos a medida que afetam a cidade e as pessoas ao seu redor.

NVIDIA e Ubisoft mostram o poder de Assassin's Creed: Unity nos PCs

Falta pouco mais de um mês para o lançamento de Assassin’s Creed: Unity, mas, mesmo já tendo mostrado uma infinidade de imagens e vídeos, a Ubisoft parece que está apenas começando a revelar tudo que o próximo jogo da franquia realmente tem a oferecer.
O título que foi desenvolvido com o foco na nova geração de consoles parece que ficará ainda mais bonito nos computadores, isso porque o jogo foi projetado para aproveitar as mais recentes tecnologias em termos de software e hardware.
Graças a uma parceria entre NVIDIA e Ubisoft, o game deve entregar um nível de realismo ainda maior e rodar na resolução 4K. Com o uso de recursos como o HBAO+ (melhor oclusão de ambiente com mais detalhes nas sombras), anti-aliasing TXAA (combinação de múltiplas amostras de MSAA), PCSS (sombras mais reais com dispersão) e Tessellation.

NVIDIA e Ubisoft mostram o poder de Assassin's Creed: Unity nos PCs
NVIDIA e Ubisoft mostram o poder de Assassin's Creed: Unity nos PCs

O jogo que começou a ser projetado há quatro anos promete trazer cenários gigantescos ricos em detalhes, sendo que o ambiente poderá ser compartilhado por múltiplos jogadores. Com essa enxurrada de novidades e tecnologias, Assassin’s Creed: Unity deve impressionar pelo realismo em todos os aspectos (o vídeo lá no topo mostra bem o que queremos dizer).
Obviamente, para aproveitar todas essas novidades, você precisará de uma máquina com uma placa de vídeo de alto desempenho e de um computador capaz de acompanhar a qualidade visual. É válido ressaltar ainda que tirando algumas tecnologias exclusivas da NVIDIA, o jogo deve funcionar perfeitamente em PCs com placas da AMD.

domingo, 5 de outubro de 2014

Criador de "Day Z" sugere lançamento para Xbox One

Em entrevista com o site Eurogamer, o criador do jogo de sobrevivência"Day Z", Dean Hall, reforçou que o game não será lançado no mercado de consoles exclusivamente no PlayStation 4, dando a entender que o jogo também chegará ao Xbox One.
"'Day Z' definitivamente será um jogo multiplataforma", disse Hall ao ser perguntado sobre o console da Microsoft. "Esta é a visão concreta do ponto de vista da Bohemia. Mas anunciaremos todas as plataformas quando estivermos no momento certo".
A versão de PS4 de "Day Z" foi anunciada durante a conferência da Sony na Gamescom 2014, em agosto. Na época, Hall esclareceu em seu Twitter que o jogo não seria exclusivo da plataforma, e já havia revelado que teve extensas reuniões com a Microsoft para possíveis versões do game para os consoles Xbox.

"Day Z" já está disponível no PC pelo programa Acesso Antecipado do Steam, e não tem uma data de lançamento definida. Por enquanto, não há planos concretos por parte da Sony ou Microsoft de criar um programa semelhante para os consoles, o que indica que o jogo só chegará às plataformas no futuro distante.
"Um lançamento oficial para lojas? Não vai ser no próximo ano, porque ainda há muito trabalho a se fazer", declarou Hall. "Seria um universo bizarro em que a versão 1.0 de 'Day Z' fosse lançada nos consoles antes do PC".

Atualização gratuita trará piscinas e Star Wars para The Sims 4

The Sims 4, lançado no início de setembro, trouxe como maior novidade a facilidade para criar personagens e casas. Mas, para desespero dos sádicos que adoram ver um Sim se debater na piscina até morrer afogado, o jogo não permite criá-las.

Até ouvimos o rumor de que as piscinas poderiam ser um conteúdo extra pago – o que seria uma bela mancada da EA, né? Mas era só rumor, mesmo: a empresa anunciou hoje que, em novembro, uma atualização permitirá a construção de piscinas no jogo.

Não foi divulgado se vai dar para tirar a escada e impossibilitar seu Sim de sair delas, mas a assessoria da EA garante que “a intenção do time é a de manter toda as funcionabilidades divertidas que sabemos que os fãs tanto gostam”.

Enquanto as piscinas não vêm, a atualização do mês de outubro trará novidades pensando no Halloween: Sims fantasmas serão adicionados (quando um Sim morre, ele vira um fantasma, com quem os Sims vivos podem interagir e acabar convidando para fazer parte da família, tornando-os personagens jogáveis) e fantasias de Star Wars estarão disponíveis.

unnamed

Em novembro, como já dito, será a vez das piscinas chegarem ao jogo. E, em dezembro, o foco será na carreira: novos caminhos e recompensas serão adicionados.

Todas essas atualizações serão gratuitas e, para baixar, é só abrir o Origin e fazer o download dos patches.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Fã faz homenagem a "Doom" com pecinhas de LEGO; veja fotos




  • O Cacodemon não parece tão ameaçador nesta versão de LEGO, não é?
    O Cacodemon não parece tão ameaçador nesta versão de LEGO, não é?

  • Talvez não seja tão cedo que a gente veja um videogame "LEGO Doom", misturando o charme dos bloquinhos de montar com a violência da clássica série de tiro.
    Ainda assim, o fã Iain Heath ousou imaginar esse crossover e montou um imenso cenário com monstros diversos, caixas de munição e guerreiros humanos em batalha.
    O trabalho será inclusive exibido em duas convenções nos Estados Unidos - a BrickCon, agora em outubro, e a Emerald City ComicCon, em março de 2015.

    quarta-feira, 1 de outubro de 2014

    Criadores de 'Uncharted' mostram visual de herói no PlayStation 4

    O estúdio Naughty Dog, criador da série exclusiva do PlayStation "Uncharted" e que desenvolve "Uncharted 4: A Thief's End" para PS4, revelou a primeira imagem do herói Nathan Drake para o videogame de nova geração.
    Designer de 'Uncharted 4' divulgou imagem do herói Nathan Drake no game (Foto: Reprodução/Twitter/Kurt Margenau)Designer de 'Uncharted 4' divulgou imagem do herói Nathan Drake no game (Foto: Reprodução/Twitter/Kurt Margenau)
































    Em sua conta no Twitter, o designer Kurt Margenau revelou uma imagem de Drake, que está mais velho no quarto game da franquia.
    Não foi revelado se o personagem na foto é processado em tempo real pelo PS4, ou seja, é do visual que os gamers jogarão quando o game for lançado - ele está previsto para o final de 2015 - ou se é uma imagem do vídeo do jogo. Na E3 2014, a Sony revelou "Uncharted 4", mas usou um vídeo que não era processado em tempo real no PS4.
    A imagem foi apresentada em uma exposição que comemorava os 30 anos do estúdio Naughty Dog. Ela foi fotografada em uma tela, o que deixou reflexos na imagem.

    sexta-feira, 26 de setembro de 2014

    As 10 personagens mais sexy dos video games

    As personagens femininas estão cada vez mais presentes nos jogos, inclusive assumindo o papel de protagonistas de diversos títulos. E os produtores dos games não têm poupado esforços para deixar tanto as heroínas como as malfeitoras extremamente sensuais.
     
    Corpos esculturais, cabelos longos ou estilizados, roupas coladas e decotes ousados são apenas algumas das características que transformam as beldades do mundo virtual nas paixões fictícias de muitos gamers ao redor do planeta, deixando muitos marmanjos de queixo caído e babando por elas.

    Neste artigo, fizemos uma seleção com as 10 personagens mais sexy dos video games — mas devemos deixar registrado que esta lista poderia ser muito maior. Difícil é escolher qual delas é a mais atraente.

    Lara Croft (Tomb Raider)

     
     (Fonte da imagem: Divulgação/Square Enix)

    A protagonista da franquia Tomb Raider dispensa apresentação. Lara Croft é considera por muitos, e há bastante tempo, a maior musa dos video games. Desde os primeiros títulos da série, ela chamou atenção principalmente por seus fartos “atributos”. Contudo, a arqueóloga e aventureira também tem um gênio forte, além de ser muito inteligente e boa de briga.

    Bayonetta (Bayonetta)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/EAKYPLANET via Level+)

    Levando o seu nome ao título do jogo, Bayonetta é sem dúvida uma das personagens mais sexy dos games. A combinação de roupas apertadas, longos cabelos negros e óculos descolados promovem um visual charmoso e atraente. O fato de ela não pensar duas vezes em meter bala nos inimigos também colabora com a sua sensualidade.

    Mai Shiranui (Fatal Fury e King of Fighters)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/Level+)

    Se você já jogou Fatal Fury ou King of Fighters alguma vez em sua vida, certamente você se lembra da Mai. Indiscutivelmente, a lutadora que adora deixar suas pernas de fora é uma das personagens mais “simpáticas” dos jogos da categoria. Sua silhueta inconfundível se torna ainda mais protuberante quando a pancadaria começa.

    Ada Wong (Resident Evil)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/Capcom via Wikimedia Commons)

    Repentinamente, essa misteriosa espiã aparece pela primeira vez em Resident Evil 2 com a missão de recuperar uma amostra do temido G-virus. Silhueta esbelta e uma abundância de inteligência e coragem são qualidades de Ada que já deixaram muitos jogadores de cabelo em pé.

    Morrigan Aensland (Darkstalkers)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/Darkstalkopedia)

    Apresentada como uma súcubo, mito sobre um demônio em forma de mulher que invade o sonho dos homens para ter relações sexuais e roubar a sua energia vital, Morrigan é uma personagem que parece estar sempre entediada e que procura a excitação no calor das batalhas de Darkstalkers. Por estar sempre acompanhada de morcegos, ela pode assustar os jogadores em um primeiro momento — sensação que é desbancada por suas poses provocantes enquanto destrói os oponentes.

    Cammy (Street Fighter)

    (Fonte da imagem: Reprodução/Capcom)

    Cammy, a assassina aliada ao M. Bison na série Street Fighter, abusa das acrobacias durante seus confrontos, mas por outro lado economiza nas roupas. Suas longas tranças loiras e o macacão colante, que delineia muito bem as curvas de seu corpo, chamam atenção de qualquer gamer.

    Mulher-Gato (Batman Arkham City)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/WB Games)

    Aqueles que jogaram Batman Arkham City tiveram a deliciosa oportunidade de realizar algumas missões com a beldade da Mulher-Gato. A vestimenta de couro com um decote que salta aos olhos do jogador é uma das características mais marcantes dessa vilã que arrebata os corações dos gamers.

    Ivy Valentine (SoulCalibur)

     
     (Fonte da imagem: Reprodução/Namco Bandai Games via Wikimedia Commons)

    Ivy Valentine, uma das personagens da franquia SoulCalibur, pode ser considerada um modelo de beleza contemporânea. Até mesmo os seus cabelos curtos e esbranquiçados dão um ar mais sensual para a lutadora. Contudo, ela é tão bela quanto perigosa, e ficar do lado errado de sua arma é frequentemente letal.

    Princesa Kitana (Mortal Kombat)

     
    (Fonte da imagem: Reprodução/NetherRealm Studios via Wikimedia Commons)

    Bem longe de ter o estereótipo de uma princesa, Kitana é uma guerreira milenar do Mortal Kombat que sabe matar como poucas personagens no mundo dos games. Todavia, não são apenas suas habilidades de luta que atraem os olhares dos homens: sua postura imponente e seu corpo torneado parariam qualquer rua. Quem diria que você babaria por uma velhinha, não é mesmo?

    Kasumi (Dead or Alive)

    (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmo Koei)

    Além de dominar a arte ninja, Kasumi também é especialista em mexer com a cabeça dos gamers. Sempre com seus cabelos esvoaçantes e decotes enormes, a protagonista da franquia Dead or Alive é hipnotizante e...

    Menções honrosas

    Obviamente, essas não são as únicas personagens estonteantes dos games. Nós ainda poderíamos citar mais de uma centena de guerreiras, princesas, lutadoras, aventureiras e bandidas que fariam você cair da cadeira. Algumas menções honrosas ficam para as beldades:
    • Faith, do Mirrors Edge
    • Jill Valentine, do Resident Evil
    • Samus Aran, do Metroid
    • Chun-Li, do Street Fighter
    • Sonia Blade, do Mortal Kombat
    • Tifa Lockhart, do Final Fantasy 
    • Tina Armstrong, do Dead or Alive

    TOP 10 Personagens Femininas GAMES




    Top10Feminino_cover_600x425


    No mundo dos jogos, a identificação dos jogadores com os avatares é essencial. Num meio que até há pouco tempo era considerado um hobby para adolescentes inseguros com pouco jeito para socializar, não é por acaso que os personagens masculinos têm mais destaque. Felizmente, a indústria vai acordando aos poucos para a realidade: há cada vez mais raparigas a jogar, e a adolescência vai ficando lá atrás. Carisma, beleza, inteligência, humor… Algumas assustam, outras deslumbram, mas todas estas personagens têm histórias para contar.


    10 – Faith – Mirror’s Edge (DICE – PS3 – 2008)


    Mirror’s Edge é um jogo que fascina quer pela jogabilidade refrescante, quer pela estética que ainda hoje impressiona. A capacidade da DICE gerir os recursos do motor de jogo com escolhas inteligentes é de louvar, assim como terem escolhido Faith como personagem principal. Inspirada na actriz Lucy Liu, é pelos seus olhos que percorremos os caminhos menos convencionais de uma cidade futurista. O facto da experiência ser na primeira pessoa não diminui o poder da personagem. Pelo contrário, faz-nos acreditar que somos mesmo uma runner atlética com queda para o parkour. Este é daqueles casos em que uma sequela seria bem-vinda.



    9 – Bayonetta – Bayonetta (Platinum Games – PS3 – 2009)


    Já houve muitas tentativas para criar o ultimate sex symbol num jogo. Mas onde outros falharam, a Platinum Games chega ao pódio ao levar o conceito aos limites do bom gosto. Senão vejamos: Uma bruxa centenária cuja roupa de latex se transforma em cabelo, que por sua vez é usado para invocar demónios? E que pisca o olho ao jogador enquanto leva o chupa-chupa à boca? O adolescente em nós não consegue resistir, nem tão pouco qualquer pessoa que goste de acção furiosa e politicamente incorrecta. Quem não acha que isto também é feminismo podia experimentar sair mais à noite.




    8 – Alma – F.E.A.R. (Monolith Productions – PC – 2005)

    Podemos agradecer ao Japão por ter trazido para o mainstream o fenómeno das crianças assustadoras, mas se no cinema a rainha é Samara do The Ring, a honra nos jogos cabe a Alma Wade. Ao longo dos 3 jogos da saga, vamos descobrindo cada vez mais sobre ela, e vamos ficando cada vez mais…íntimos. Alma vai crescendo, e o nosso medo cresce com ela. Obrigado Monolith Productions, por algumas noites sem dormir.




    7 – Shodan – System Shock 2 (Irrational Games/ Looking Glass Studios – PC – 1999)


    Não é de todo a primeira inteligência artificial a revoltar-se contra os seus criadores, mas é uma das mais carismáticas. Apresentada pela primeira vez ao mundo no primeiro System Shock, é à segunda tentativa que Shodan entra definitivamente para a galeria dos vilões mais infames de sempre. A Valve estava com atenção, e criou anos mais tarde GLaDOS, mas nada substitui a presença opressora de Shodan nos corredores da nave Von Braun. O quê? Um computador não tem género? Não percamos tempo com pormenores.



    6 – Jill Valentine – Resident Evil (Capcom – Playstation – 1996)


    Resident Evil é um dos jogos mais influentes de todos os tempos. Se hoje em dia os zombies são omnipresentes na cultura popular, não tenham dúvidas que tiveram um empurrãozinho da Capcom. Sim, e do Romero também. Uma das duas personagens à escolha do jogador, é com Jill Valentine que preferimos explorar a tal mansão de Racoon City. Inteligente, bonita e cheia de recursos, Jill Valentine tornou-se um ícone da saga e para os gamers em geral. Quem não gostaria de a conhecer?



    5 – Tifa Lockhart – Final Fantasy VII (Squaresoft – 1997 – Playstation)


    Provavavelmente o jogo mais famoso da saga Final Fantasy, o sétimo capítulo apresentou-nos a Cloud e ao triângulo amoroso completado por Tifa Lockhart e Aerith Gainsborough. A julgar pelas milhares de cosplayers que já encarnaram Tifa, não temos dúvidas sobre quem é a preferida do público. Sensual sem ser excessiva, intempestiva sem ser inconsequente, Tifa é uma das personagens mais icónicas dos RPG e dos jogos de vídeo em geral.



    4 – Chun Li – Street Fighter II (Capcom – Arcades – 1991)


    Quem acha que as mulheres não sabem andar à batatada nunca enfrentou Chun Li no seu melhor. A primeira personagem feminina num jogo de luta é também uma das melhores. Entre a menina e a mulher, Chun Li agarra-nos pelos colarinhos e não deixa ninguém indiferente. Rápida, feroz e movida por um sentimento de justiça, é difícil não simpatizar com a sua história de vingança. Para o Bison de Raul Julia, o dia em que ele matou o pai de Chun Li pode ter sido apenas mais uma terça-feira, mas marcou o início de uma lenda dos jogos de vídeo.



    3 – Ms. Pacman (General Computer Corporation/ Midway – Arcades – 1981)


    O terceiro lugar do pódio é ocupado pelo primeiro transexual da história dos videojogos: Ms. Pacman! Animada pelo sucesso de Pacman, a Midway queria urgentemente uma sequela, e foi em boa altura que lhes foi apresentada uma adaptação com uma personagem chamado Crazy Otto. A Midway aproveitou a oportunidade, mas queria tornar o jogo ainda mais apelativo para as mulheres. Um laçarote e um batom bastaram para transformar Otto em Ms. Pacman. O resto é história: a máquina de arcade made in America mais vendida de sempre!



    2 – Samus Aran – Metroid (Nintendo – NES – 1986)


    O final de Metroid contém não só um dos twists mais famosos da história dos jogos de vídeo, como também um dos primeiros. Após horas de jogo com o protagonista dentro de um fato espacial, descobrimos que afinal somos uma mulher! A ideia é clara: não importa quem somos, todos podemos ser heróis. Enquanto hino à igualdade, estávamos inclinados para escolher Samus como a mais importante personagem feminina da história dos videojogos. Mas afinal… havia outra.




    1 – Lara Croft – Tomb Raider (Core Design – Playstation – 1996)


    É impossível fugir. Qualquer tentativa de sabotar a atribuição do primeiro lugar do pódio a Lara Croft seria pura desonestidade. Nenhuma outra mulher fez tanto pelo meio dos jogos de vídeo. Nenhuma outra o levou tão longe, até às capas das revistas, aos telejornais, às mãos de pessoas que nunca tinham agarrado num comando de uma consola. Sex symbol para os homens, Girl Power para as mulheres, sinónimo de aventura para todos. O mais irónico é que num meio dominado pelo Japão e pelos Estados Unidos, Lara Croft é… Inglesa. Boa, Toby Gard.